Assomada, 11 Mar (Inforpress)- A Câmara Municipal de Santa Catarina vai recorrer a um empréstimo bancário, no valor de 220 mil contos, para arrancar com o projecto de requalificação urbana da cidade de Assomada e já conta com o engajamento do governo processo.

Esta informação foi avançada hoje à imprensa pelo presidente da edilidade local, José Alves, depois de ter socializado com o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, e com a ministra das Infra-estruturas, Eunice Silva, o projecto de requalificação urbana da cidade de Assomada e da zona piscatória de Rincão.

Esta obra deve arrancar este ano, e segundo José Alves a autarquia vai recorrer a um empréstimo bancário no valor de 220 mil contos, sublinhando que, mesmo assim, esperam contar com a comparticipação do governo.

"Vamos recorrer à banca, sim, mas também esperamos contar com algum apoio do governo. Creio que esses projectos são projectos estruturantes e vão transformar a b cidade de Assomada. Vamos recorrer ao crédito para infra-estruturação da cidade, porque no fundo é criar melhor qualidade de vida para os citadinos, mas também para os que nos visitam", afirmou.

De entre os dois projectos apresentados, os da requalificação de Assomada e de Rincão, a ministra das infra-estruturas, Eunice Silva, disse que vão tomar como prioridade o plano de requalificação da localidade de Rincão, recebendo por isso as primeiras intervenções.

Segundo o edil, a autarquia já está a trabalhar para ultimar o projecto de Rincão, a ser apresentado e incluído no programa, estando o plano em processo de negociação com os financiadores, com vista à mobilização de recursos para a execução dessas obras.

Entretanto, Ulisses Correia e Silva promete empenhar-se, em parceria com a Câmara Municipal, para que o projecto de requalificação da cidade de Assomada seja uma realidade e para que esta tenha a sua rua pedonal, uma vez que essas obras, segundo disse, vão "mudar a imagem, a organização e a actividade económica da cidade".

Relativamente ao projecto de Rincão, o chefe do governo disse reconheceu que é preciso fazer intervenções, visando elevar o nível de rendimento dessas famílias, utilizando aquilo que elas sabem fazer, no caso a pesca, e, ao mesmo tempo, procedendo a intervenções para melhorar a requalificação das zonas , a qualidade das casas, e melhorar o acesso a casa de banhos.

"O trabalho vai ser no sentido de criar as condições para que haja maior rendimento nas pescas, formação, crédito, acompanhamento, criação de condições de acesso ao mercado, através de equipamentos de frios para que o rendimento aumente", sublinhou.

AM/JMV

Inforpress/Fim

 

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