Cidade da Praia, 18 Mar (Inforpress) - As restrições financeiras têm consequências na operacionalidade dos meios e no cumprimento de algumas missões da instituição castrense” e nos militares, afirmou hoje na Cidade da Praia, o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Anildo Morais.

O tenente-coronel, que dissertava por ocasião do dia do Comando da 3ª Região Militar, na Unidade “Justino Lopes”, disse que a ambição do Governo em tornar Cabo Verde num “enorme valor geopolítico”, só será possível se for correspondida com a imprescindível alocação de meios materiais, humanos e financeiros nas FA.

Com a alocação de meios materiais, humanos e financeiros será possível manter e até reforçar os níveis de treino, aprontamento e operação e reforçar a manutenção dos meios existentes, sublinhou o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas.

“Estou ciente que os condicionalismos são muitos. Sabemos que a caminhada não será fácil, em razão da fraqueza dos nossos recursos. Mas uma coisa é certa. Temos determinação e vontade de transformar. Temos uma ideia do que deverá ser feita, dentro dos limites”, salientou o tenente-coronel.

No âmbito das actividades militares e sociais programadas, o Estado Maior das Forças Armadas (FA) atribuiu a Medalha de Serviço Relevantes da 1º classe, ao Comando da 3ª Região Militar, para distinguir esta unidade militar pelos serviços muito distintos e relevantes prestados as FA ao longo da existência (50 anos).

Segundo o Chefe do Estado Maior das FA, “a condecoração é uma forma da instituição procurar estimular as unidades e os militares que neles servem, pois nem só de estímulos materiais vive o homem. Vale mais em muitos casos o reconhecimento público” do percurso.

Na ocasião, o comandante da 3ª Região Militar, o tenente-coronel Mário Vaz Almeida Furtado, disse que a condecoração ora atribuída vem também reconhecer publicamente todo o esforço dedicação e espírito de missão demonstrados pelo colectivo desta unidade militar ao longo dos anos.

“A nossa acção seguirá sempre na senda de trabalhar de forma constante e incansável para elevar o nível de operacionalidade desta região, melhorar as condições de vida e de trabalho do seu efectivo, elevar o estado moral das tropas e reforçar os laços de interação com as comunidades civis circundantes”, garantiu Mário Vaz Almeida Furtado.

A comemoração do “Dia de Justino Lopes” foi estatuída no ponto 2 do artigo 2º do Decreto-lei nº 104/92, de 24 de Agosto, com o objectivo de preservar e cultivar nas Forças Armadas, as tradições gloriosas do passado da luta do povo cabo-verdiano.

Para comemorar a efeméride as FA delinearam ainda um conjunto de outras actividades militares e sociais como consulta aos idosos e crianças a domicílios nas localidades dos arredores do Quartel, nas localidades de São Tomé e Achada Mato.

JL/FP

Inforpress/Fim

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